terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Wando - Cantor



Wanderley Alves dos Reis, o Wando (Cajuri, 2 de outubro de 1945) é um cantor brega-romântico brasileiro.

O apelido Wando foi dado por sua avó. Ainda pequeno mudou-se de Cajuri para Juiz de Fora, onde formou-se em violão erudito e começou a lidar com música por volta dos 20 anos. Nessa época já participava de conjuntos e se apresentava em bailes na região. Mais tarde muda-se para Volta Redonda (RJ), onde trabalhou como motorista de caminhão e feirante.

Sua carreira de cantor iniciou-se em 1969 e o sucesso veio em 1973. Seu maior sucesso é Fogo e Paixão, lançado no álbum O Mundo Romântico de Wando, de 1988.

Em 27 de janeiro de 2012, Wando foi internado na CTI de um hospital em Belo Horizonte com problemas cardíacos graves. Ele passou por uma angioplastia de emergência e passou a respirar por aparelhos.[3][4]

Fonte: Wikipédia

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sábado, 28 de janeiro de 2012

Rita Pavone - Cantora


Rita Pavone (Turim, 23 de agosto de 1945) é uma cantora e atriz italiana.

Começou sua carreira como cantora em 1962 e, pouco tempo depois, torna-se um sucesso mundial, fazendo também exitosas turnês em países da América Latina. Lança vários singles em seguida, como La partita di pallone, Alla mia età, Come te non c’è nessuno, Datemi un martello, Che m’importa del mondo, Cuore, Viva la pappa, Il geghegè e Fortissimo, atingindo o topo das paradas.

Em 1969 sua carreira desacelera, participa do Festival de San Remo com Zucchero e, no ano seguinte, com Ahi ahi ragazzo! e em 1972 com Amici mai.

Neste segundo período da sua carreira toma um caminho mais difícil e, conseqüentemente, menos premiada pelo resultado das vendas, das canções de autor, estabelecendo-se também como compositora.

Depois de uma vida de concertos em várias partes do mundo, Rita anuncia no primeiro dia de 2006 que deixa definitivamente os palcos, cantando pela última vez em público.

Nas eleições legislativas italianas de 2006, Rita candidatou-se a uma vaga no senado italiano, disputando pela circunscrição dos italianos no exterior, não sendo eleita.



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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Morte de Elis Regina completa 30 anos; relembre carreira da cantora

Elis Regina morreu em 19 de janeiro de 1982, vítima de overdose de cocaína e álcool. Foto: Arquivo Pessoal/ Trama/Divulgação

Elis Regina, a eterna Pimentinha, é considerada a maior cantora brasileira de todos os tempos. Dona de uma personalidade única, Elis morreu em 19 de janeiro de 1982, aos 36 anos, vítima de uma mistura fatal de cocaína e álcool. Deixou três filhos: João Marcelo Bôscoli, Pedro Mariano e Maria Rita, que na época tinham 12, 7 e 5 anos, respectivamente.

Nascida em Porto Alegre, Elis Regina começou sua carreira aos 11 anos, em um programa de rádio para as crianças. Aos 16 lançou seu primeiro disco, mas foi na década de 60 que surgiu a grande estrela, com uma presença de palco inconfundível. Sucesso nos tradicionais festivais nacionais, conquistou o Brasil ao cantarArrastão no Festival de Música na TV Excelsior e, no final da década, se lançou no exterior.
Após conquistar o público europeu, Elis conseguiu um feito e se tornou a primeira artista a se apresentar duas vezes no mesmo ano no Olympia, a mais antiga e famosa casa de espetáculos de Paris, na França. Na década de 70 e início de 80 se consolidou como a maior cantora do Brasil e causou polêmica. Foi nessa época que ela disse a histórica frase: "neste País só duas cantam, a Gal (Costa) e eu".
Engajada na política, não chegou a ser exilada e sua enorme popularidade a livrou da prisão e tortura, mas não de "acertar" as contas com o exército. Ela foi obrigada a cantar o Hino Nacional no estádio, revoltando a esquerda brasileira. Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), Elis participou de reuniões no Congresso e chegou a ser presidente da Assim, Associação de Intérpretes e Músicos.

Homenagens
Nesta quinta-feira (19), a morte da Pimentinha completa 30 anos e o que não falta é homenagem. Será lançado um disco de raridades da cantora, que terá no repertório a inédita Comigo É Assim, encontrada como sobra de outro álbum nos arquivos da gravadora Universal.
Maria Rita, a caçula - que desde o início da carreira é comparada à mãe, principalmente pela voz e trejeitos -, lançará um show com repertório apenas com músicas de Elis que terá a primeira apresentação no dia 17 de março, em São Paulo, antes de seguir para Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre.
O projeto Viva Elis, encabeçado pelos filhos, reúne também uma exposição multimídia, com vídeos, fotos, discos, roupas, objetos pessoais e acervo de documentos. Depois de rodar algumas cidades do País, a ideia é abrigar esse acervo no Instituto Elis Regina, que será criado em São Paulo, Rio de Janeiro ou Porto Alegre. Um livro também será escrito por Allen Guimarães, que reuniu pesquisas e entrevistas da cantora.


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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Zé Gonzaga - Cantor


Zé Gonzaga

José Januário Gonzaga do Nascimento nasceu em  15/1/1921 Exu, PE. Faleceu em  2002 Rio de Janeiro, RJ. Cantor. Compositor. Instrumentista. Acordeonista.Irmão de Luiz Gonzaga.

Começou cantando em programas de calouros. Em 1948, já no Rio a convite do irmão, foi conttratado pela Rádio Guanabara. Alavancado pela enorme popularidade do irmão, então já muito famoso, gravou em 1949 pela Star o seu primeiro disco, interpretando ao acordeom os choros "Teimoso" de Zé Januário Gonzaga e "Vira o outro lado" de Cipó. Em 1950 gravou pela Odeon o calango "Ai sanfona" de Jeová Rodrigues e José Januário e a rancheira "Bate sola" de Jeová Rodrigues e José Januário. No mesmo ano, entre outras, gravou o choro "Disco voador" de José Gonçalves e Abelardo Barbosa, o famoso apresentador de Televisão "Chacrinha". Em 1951 gravou a batucada "Bebida não mata ninguém" de Kid Pepe e Arlindo Caldas, o baião "Teimosinho" de Claudionor Cruz e Mário Duarte, o xote "O forró de Quelemente" de Luiz Gonzaga e Zé Dantas e as marchas "Tô doido que chegue!" de Guio de Morais e "Cadilac do papai" de Zé Dantas e Péricles, entre outras. No mesmo ano fez excursão pelo norte do país. Apresentou-se ainda no uruguai e na Argentina. Em 1952 gravou as marchas "Não quero me casar" de sua autoria e Aldemar Paiva e "Eu sei mas não digo" de sua autoria e Zé Amâncio, o baião "Vem cá bichinha" de sua autoria e Humberto Teixeira e a toada "Pombinha estrangeira" de Humberto Teixeira, entre outras composições. Depois da Rádio Guanabara passou a atuar na Rádio globo e depois na Rádio Tupi. Ainda no mesmo ano viajou para a França substituindo o irmão Luiz Gonzaga em excursão promovida por Assis Chateaubriand, onde se apresentou no Cassino Deauville. Em 1953 gravou, entre outras, os baiões "Siri sem moio" dele e Maria de Oliveira e "Madalena" de sua autoria e João do Vale. Nessa época substituiu Luiz Gonzaga no programa "Vesperal das moças", apresentado por Abelardo Barbosa, o Chacrinha, na Rádio Tupi. Em 1954 gravou interpretando ao acordeom o baião "Pagode chinês" e a valsa "Marquesa de Santos", ambas de sua autoria. No mesmo ano passou a gravar na Continental, onde estreou com o xote "Cascatinha" de sua autoria e o galope "Galope à beira-mar" de sua autoria e Zé Praxede. Em 1956 fez grande sucesso com o xote "O cheiro da Carolina", parceria com Amorim Rego. Em 1957 formou um conjunto com o qual passou a se apresentar e a gravar durante um certo período. No mesmo ano, gravou com seu conjunto a polca "Quando a jia canta" dele e Jorge Tavares e o xote "Pisa na fulô" de João do Vale, Ernesto Pires e Silveira Jr. Em 1958 gravou na Copacabana a polca "A fuga da Asa Branca" de sua autoria e Nelson Barbalho e o calango "Peguei-te oito baixos" dele e Menezes Veiga. Em 1959 gravou com seu conjunto o frevo "Frevinho na roça" dele e Zito Borborema e o xote "Prisão do Quelemente" de Carlos Diniz e Silveira Júnior. Em 1960 gravou ainda pela Copacabana a polca "Viva o dono da casa" e o frevo "Pernambuquinha". Em 1962, gravou, entre outras, a composição "Vendedor de camarão" de sua autoria e Menezes Veiga e "As coisas boas que eu tenho" de Irani de Oliveira e Altamiro Carrilho. Em 1963 gravou as polcas "Vai Zabé" de sua autoria e "Pensando nela" feita em parceria com Menezes Veiga e Antônio Vasconcelos. Gravou diversos LPs, entre os quais, "Pedacinho do Nordeste", pela Copacabana, "Zé Gonzaga", pela Beverly, e "Tangos", pela Phonodisc.


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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

MARCAS DO QUE SE FOI



Autor: Feveres

Este ano quero paz no meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa
E com ele caminhamos todos juntos
Sem parar

Nossos passos pelo chão
Vão Ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

Este ano quero paz no meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa
E com ele caminhamos todos juntos
Sem parar

Nosso passos pelo chão
Vão ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer


 
Feliz Ano Novo para todos aqueles que participam dos blogs:
Cantinho da Música,
Fatos e Fotos e
Blog do Mendes e Mendes. 

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

“O HOMEM DE NAZARETH”

Por: Antonio Marcos - Cantor
“O HOMEM DE NAZARETH”

Mil novecentos e setenta e três
tanto tempo faz que ele morreu
o mundo se modificou
mas ninguém jamais o esqueceu...
E eu, sou ligado no que Ele falou
sou parado no que Ele deixou
o mundo só será feliz
se a gente cultivar o amor...
Hey irmão, vamos seguir com fé
tudo que ensinou
o Homem de Nazareth...(2x)
Reis e rainhas que esse mundo viu
todo o povo sempre dirigiu
caminhando em busca de uma luz
sob o símbolo de sua cruz...
E eu, sou ligado no que Ele falou
sou parado no que Ele deixou
o mundo só será feliz
se a gente cultivar o amor...
Hey irmão, vamos seguir com fé
tudo que ensinou
o Homem de Nazareth...(2x)
Ele era um Rei
mas foi humilde o tempo inteiro
Ele foi filho de carpinteiro
e nasceu em uma manjedoura
não saiu jamais
muito longe de sua cidade
não cursou nenhuma faculdade
mas na vida Ele foi doutor...
Ele modificou o mundo inteiro
Ele modificou o mundo inteiro
Ele modificou o mundo inteiro
Ele revolucionou o mundo inteiro...
Hey irmão, vamos seguir com fé
tudo que ensinou
o Homem de Nazareth (4x)
(Antônio Marcos)
 
Sites:
http://letras.terra.com.br/antonio-marcos/222818/#selecoes/181247/
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO

Mensagens & Imagens

São os sinceros votos de:

BLOG: "CANTINHO DA MÚSICA"

BLOG DO MENDES E MENDES

 BLOG: "FATOS E FOTOS"

e do proprietário destes,


José Mendes Pereira

PAULA FERNANDES - Cantora



Paula Fernandes de Souza (Sete Lagoas, 28 de agosto de 1984) é uma cantora, compositora e arranjadora brasileira.[1] Foi eleita em 2011 como a 16ª mulher mais sexy do mundo pela revista VIP.[2] Em 2011 foi a pessoa mais acessada da Google Brasil.[3]
Paula Fernandes nasceu em 28 de agosto de 1984 em Sete Lagoas, Minas Gerais. Começou a cantar com oito anos de idade e lançou seu primeiro álbum independente aos dez, em disco de vinil.[4] Aos doze anos, mudou-se para São Paulo e foi contratada por uma companhia de rodeios, com a qual viajou por todo o país e aprendeu muito sobre palcos.[4]
O segundo álbum, Ana Rayo, foi inspirado no sucesso da novela A História de Ana Raio e Zé Trovão. Dificuldades na carreira fizeram com que, aos 18 anos, desistisse da carreira artística e voltasse para Minas Gerais. Cursou Geografia em Belo Horizonte e, paralelamente, tocava e cantava em barzinhos.[5]
Após gravar o sucesso Ave Maria Natureza para a telenovela América, da Rede Globo, lançou um CD com diversos estilos musicais, embora com ênfase em sertanejo romântico - Canções do Vento Sul. Por esse álbum, foi indicada ao Prêmio Tim de Música Brasileira de 2006, na categoria de melhor cantora popular.[6]
Em 2007 fez uma bela apresentação vocal com a orquestra Sagrado Coração da Terra do Compositor Marcus Viana interpretando a música tema da Novela Pantanal. A partir daí, Paula consolidou-se como uma cantora de bela voz, muito eclética (chegando a gravar músicas em inglês, como "Dust in the Wind") e popular. Seu sucesso "Jeito de Mato", do álbum Pássaro de Fogo, foi a música mais popular da telenovela Paraíso, como tema de amor dos protagonistas.[7] Paula esteve incluída na trilha sonora da novela das seis da Rede Globo, Escrito nas Estrelas, cujo tema de abertura foi a regravação de "Quando a Chuva Passar", sucesso da cantora baiana Ivete Sangalo.[4] Também esteve na novela das seis seguinte, Araguaia, ao som de "Tocando em Frente", de Almir Sater, juntamente com o cantor Leonardo.
Em outubro de 2010 Paula Fernandes gravou o seu primeiro DVD da carreira contendo os seus grandes sucessos e músicas inéditas, inclusive com participações especiais de Victor & Leo e Leonardo. O DVD foi lançado no início do ano seguinte.[6]
No dia 25 de dezembro de 2010, Paula Fernandes cantou para 400.000 pessoas, participando do especial de fim de ano de Roberto Carlos, transmitido ao vivo pela TV Globo, direto da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. No mesmo ano foi uma das atrações do Show da Virada da Rede Globo, exibido no dia 31 de dezembro do mesmo ano.[6]
Paula foi incluída na trilha sonora da novela das sete da Rede Globo, Morde & Assopra, ao som de "Não Precisa", interpretada juntamente com a dupla Victor & Leo. A música é um dos destaques do DVD Paula Fernandes ao vivo.
Paula Fernandes superou 1.000.000 de cópias em 6 meses ficando em primeiro lugar, seguida por Ivete Sangalo com meio milhão e Luan Santana com quase 400.000.
Fonte:
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 Um excelente trabalho feito por:
José Mendes Pereira

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Luis Miguel - Cantor

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Luis Miguel Gallego Basteri (San Juan, Porto Rico, 19 de abril de 1970) é um cantor nascido em Porto Rico e posteriormente naturalizado mexicano, de ascendência italiana e espanhola .
Seu sucesso é reconhecido principalmente na América Latina, nos Estados Unidos e na Espanha.
Luis Miguel já vendeu cerca de 75 milhões de discos e conquistou os prêmios mais desejados da indústria da música, como uma estrela na Calçada da Fama (em Hollywood) e nove Grammys. Em 1999, aos 29 anos de idade, converteu-se no artista latino mais visto ao vivo na historia da música.
Fonte:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
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domingo, 27 de novembro de 2011

NELSON NED- CANTOR


Nelson Ned d'Ávila Pinto, Nasceu em Ubá, no dia 2 de março de 1947, e é um cantor brasileiro. Nos anos 60 começou a se apresentar e gravar discos, inclusive nos países da América Latina, onde é extremamente popular. Com repertório voltado para a música romântica, seus shows atraem multidões em estádios e teatros. Como compositor, já teve músicas gravadas por


Moacyr Franco,


Antônio Marcos,


Agnaldo Timóteo e outros.

Ganhou Discos de Ouro no Brasil e já se apresentou algumas vezes no Carnegie Hall, em Nova York. A partir de 1993 passou a cantar músicas evangélicas, após ter-se convertido. Lançou em 1996 a biografia "O Pequeno Gigante da Canção", uma referência à sua condição de anão.
Internacionalmente, foi o primeiro artista da América Latina a vender um milhão de discos nos Estados Unidos com o sucesso "Happy Birthday My Darling" (Feliz aniversário meu amor) em 1974.
O maior sucesso de sua carreira é a música Tudo Passará, de 1969.




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sábado, 26 de novembro de 2011

Donizetti - Cantor



Donizetti, é cantor e começou sua carreira ainda menino, na década de 1980. É conhecido como "O Príncipe da Canção" devido à força de sua voz.
Conquistou o país com a música Galopeira e venceu o Festival América Esta Es Tu Canción, promovido pelo SBT no México. A partir daí, viu sua carreira decolar. Ganhou prêmios como um disco de ouro e participou de diversos programas de televisão.
Como apresentador de televisão, já trabalhou na Rede Record, onde apresentou o programa Especial Sertanejo, que também foi apresentado pelo cantor Marcelo Costa.
Atualmente atua como locutor, apresentando o programa com o mesmo nome do programa da televisão, Especial Sertanejo, na Rádio Record, onde recebe telefonemas de ouvintes de todo o Brasil.
Donizetti chegou a formar uma dupla sertaneja com seu irmão Eduardo, denominada "Donizetti & Eduardo", com quem apresentou-se pelo Brasil com seus brilhantes shows.
É casado com Cláudia e tem duas filhas gêmeas, Bruna e Amanda. Bruna vem seguindo os mesmos passos do pai, e Donizetti vem apresentando a filha, com o nome de Bruna Garcia em programas de televisão, chegando a cantar juntos no programa "Terra Nativa", apresentado pela dupla sertaneja Guilherme & Santiago, na Rede Bandeirantes de Televisão, e também no programa Wilian & Renan, Paixão do Brasil, apresentado pela dupla Wilian & Renan pela Paraná Educativa.

Amigo leitor:
Talvez você pensa que eu abandonei este blog. Mas não o abandonei. O problema da demora de postagens é que eu sou administrador do "Blogdomendesemendes", e são muitos artigos que os escritores me enviam, com isso o tempo é insuficiente para vir até a este blog. Mas aos poucos eu vou tentando sempre fazer algo por ele.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Gigliola Cinquetti

Por: José Mendes Pereira


Gigliola Cinquetti nasceu em Verona, no dia 20 de dezembro de 1947.  Cantora, atriz, jornalista e apresentadora italiana. Nasceu em uma família abastada de Verona. Formou-se no Liceu Artístico de Verona e começou a cantar ainda jovem. Estreou aos 15 anos, em 1963, vencendo o Festival de Castrocaro com a canção "Le strade di notte", de Giorgio Gaber. No ano seguinte, venceu o Festival de Sanremo de 1964 com a canção Non ho l'età (per amarti), de Nicola Salerno e letra de Mário Panzeri.


Dois meses depois, venceu, com a mesma canção, o Festival Eurovisão da Canção, em Copenhague. Das doze edições de Sanremo das quais participou, Gigliola arrematou duas. A segunda foi, em 1966, interpretando "Dio, come ti amo!", de Domenico Modugno, cujo sucesso levou à produção do filme homônimo, protagonizado pela própria Gigliola.

A Melhor Cantora Italiana
de todos os tempos...

Vídeo do orkut: Ivanildo Alves da Silveira

Em 1973, ganhou o concurso do programa Canzonissima com a canção "Alle porte del sole" — que, reeditada dois anos depois pelo cantor ítalo-americano Al Martino, chegou à 17ª posição no Billboard.

En 1974, obteve o segundo lugar no Festival Eurovisão para a canção "Sì" (perdendo para "Waterloo", do grupo sueco ABBA). A versão inglesa dessa canção chegou ao 7º lugar de vendas na Inglaterra. Essa música levou a RAI a adiar a transmissão da Eurovisão para depois de 12 de maio de 1974, dia do referendo que decidiria revogar (ou não) a Lei do Divórcio. Acreditava-se que a letra — que repetia várias vezes o refrão Sì, sì, sì ("sim") — poderia influenciar o voto dos italianos na opção "sim".


Depois disso, Gigliola se casou com o jornalista Luciano Teodori, ficando vários anos afastada da mídia para se dedicar à família. Voltou em 1981, dessa vez como jornalista, no programa Linea verde, de Frederick Fazzuoli, além de escrever uma coluna semanal para um jornal. Em 1982, apresentou, com Enzo Tortora, o programa Portobello, cantando e dançando o twist. Passou a colaborar com diversos jornais. Em 1996, apresentou um programa de verão em cinco episódios, intitulado Donne - Viaggio nella storia delle donne italiane, veiculado pela RAI International. Em 1991, conduziu um talk show na televisão de Montecarlo. No mesmo ano apresentou a edição do "Euro Festival".


Além da música, Gigliola sempre gostou de pintura e arte. Algumas capas de seus álbuns, como La Bohème e Mystery, foram elaboradas por ela. Em 1973, ilustrou o livro infantil O pescatelle, de Umbertino di Caprio; Em 1976, foi a vez de Inchistrino, do mesmo autor.

A última participação de Gigliola Festival de Sanremo foi em 1995. Três anos antes, lançou seu último álbum de estúdio — La Poèsie d'une Femme —, que a levou a apresentar-se na televisão francesa.

Desde os anos 1990, trabalha na televisão pública italiana RAI. Em 2008, recebeu o Premio Giulietta alla Donna, em homenagem a sua carreira.




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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Luiz Gonzaga Nordestino

Por: Guilherme Machado
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Luiz Gonzaga teve que quebrar barreiras na Rádio Nacional do Rio de Janeiro para cantar vestido de cangaceiro ou até mesmo de vaqueiro.

Luiz Lua Gonzaga

Foi em 1947 quando o Diretor da Emissora, Floriano Faissal, em berros, gritava "aqui não, na Rádio Nacional, não! Aqui não canta cangaceiro!" Obrigando ao recém chegado Luiz Lua Gonzaga, afilhado do ator  e locutor Paulo Gracindo, a se apresentar de terno e gravata nos auditórios da Rádio Nacional do Rio de Janeiro.

Gaucho Pedro Raimundo

Um belo dia chega Luiz Gonzaga de sanfona branca no peito para se apresentar em um programa da tarde e ai quando ver o colega, gaucho Pedro Raimundo,  cantando de chapéu de aba larga e bombacha, botas até os joelhos, esporas nos calcanhares e taça rebengue na mão, tipicamente a rigor, representante legal da região sul. O nordestino Luiz Gonzaga vendo aquela figura brilhando de Pedro Raimundo, parou e pensou, "é, o carioca usa camisa listrada, o baiano usa chapéu de palha e eu vou representar o nordeste..." 


Correu até os correios e imediatamente escreveu para


a dona Santana, sua mãe, lhe pedindo que  comprasse um belo chapéu de cangaceiro que lembrasse a figura de Lampião; dona Santana não gostou nada do pedido do filho, mesmo assim, atendeu o seu pedido e lhe comprou o chapéu de couro tipo "cangaceiro". O teimoso Luiz Gonzaga voltou ao estúdio da Nacional, desta vez, vestido de cangaceiro, foi quando alguém o tentou reprimir e aí sem hesitar ele disse: "Se Pedro Raimundo pode cantar e representar o seu povo, eu também posso, até o paulista Bob Nelson canta fantasiado de Roy Rogers, cowboi americano, eu sou nordestino e o símbolo do nordeste é o vaqueiro e o cangaceiro". E não é que seu Luiz viveu quase toda vida vestido de gibão e chapéu de couro.

Serrinha, Bahia Guilherme Machado
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Cronologia: 1912 - 1929

Da Origem à Iniciação Artística

Em 13 de dezembro de 1912, nasce o segundo filho de Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus, Santana, em casa de taipa na propriedade da Fazenda da Caiçara, no município do Exu, Pernambuco, pertencente a um membro da família Alencar, na fronteira com o Ceará, e ao pé da serra da Chapada do Araripe. O menino é batizado com o nome de Luiz Gonzaga do Nascimento, sugestão do próprio padre.

O pai do futuro Rei do Baião é então tocador e consertador de sanfona de oito baixos ou fole ou concertina ou pé de bode; e a mãe cantadeira de novena. Ambos são as influências primordiais do futuro sanfoneiro e cantador maior do Brasil.

Januário José dos Santos, o pai de Luiz Gonzaga, lavrador, tocador e consertador de fole. Ana Batista de Jesus, Santana, mãe de Luiz Gonzaga, lavradora, artesã e cantadeira de novena do povoado do Araripe.

O avô materno de Luiz Gonzaga, José Moreira, poeta e cantador de viola, é da família do romancista cearense José de Alencar. A avó dele, Luiz, Efigênia, cearense, sobrevivera a epidemia do cólera morbus, que matou milhares de nordestinos (século XX).

Os pais de Luiz Gonzaga, Januário e Santana, viviam da lavoura, cultivando feijão, milho, jeremum, melancia, melão. Assim como do artesanato do algodão e do sisal. Santana fazia coxim (forro de sela de tecido e cordão) e corda de sisal, para vender na feira do Exu. Com a pouca renda desses artesanatos, ela fazia a ferinha de casa, de carne, café, açúcar, rapadura, sal, farinha, roupa, alpercata pro menino.

Vista parcial do povoado do Araripe, no município do Exu (PE), onde Luiz Gonzaga viveu dos doze aos dezessete anos de idade, quando fugiu de casa para ingressar no Exército em Fortaleza (CE), em meados de 1930. O lugar seria fonte de inspiração perene da futura obra do Rei do Baião.


Padroeiro do povoado do Araripe, em cujas festas do mês de maio mariano, e nas festas juninas, o menino Luiz Gonzaga se iniciou publicamente na música tocando tambor, pife e até sanfona de oito baixos, em instrumento emprestado momentaneamente 

“Dei por mim já crescido, vendo meu pai mexer em velhas sanfonas, endireitando-as para ganhar dinheiro, nas horas que lhe sobrava das limpas e dos plantios de milho e feijão”. (Luiz Gonzaga) 
“Minha mãe também me influenciou, porque em casa se rezava o mês de Maria todinho, o mês de maio todinho. Trinta e uma novenas! Quando terminava a novena, os benditos, os zambumbeiros, tocadores de pife, entravam no salão para beijar o altar. E eu quase sempre era componente dessa banda. Uma hora tocava triângulo, outra hora tocava caixa, às vezes zabumba. Quando faltava um, pegava no pife também. Então era uma casa de música”. (Luiz Gonzaga)

Josefa (Nova), Ana Batista (Santana), a mãe Luiz Gonzaga, e Vicência, três das quatro filhas da cabocla Efigênia, cearense sobrevivente do cólera morbus (séc. XX), e José Moreira Franca de Alencar, poeta, cantador de viola, boêmio, “moço bonito, alto de cabelo louro e olhos verdes”, o avô materno de Luiz Gonzaga.

1917 - Aos cinco anos de idade, o menino Luiz Gonzaga começa a mexer na sanfona do pai Januário, e noutros instrumentos que este recebia para afinar ou consertar. Ausente o pai de casa, Luiz tocava para os irmãos, primos pinotarem (dançarem) no terreiro.
1920 - Aos 8 anos de idade já toca zabumba em bandinha de pife, na festa da igrejinha de São João do povoado Araripe, onde sua mãe Santana tirava as novenas do mês de maio.
1924 – Por causa da grande cheia do riacho da Brígida, a família do menino Luiz Gonzaga, aos doze anos de idade, é obrigada a se mudar da casa de taipa da Fazenda da Caiçara, onde ele nascera, para o povoado do Araripe. Aí o futuro Rei do Baião passa o restante da adolescência e início da juventude.
1926 - Luiz Gonzaga compra a sua primeira sanfona, aos catorze anos de idade, embora já tocasse desde os oito anos ou menos idade, com instrumento do pai ou de outros sanfoneiros. De todo modo, ele ingressa na vida artística nesse ano.
1927 - Luiz Gonzaga participa do movimento de escoteiros do Exu, onde recebe a primeira instrução escolar. Ele é iniciado sexualmente nesse tempo, quando contrai doença venérea.
1928 – 1929 – Luiz Gonzaga conhece e mantém namoro secreto e grande paixão por Nazarena, filha de um considerado cidadão exuense. O desfecho desse romance proibido definiria o destino do filho de Januário e Santana. 

 
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