terça-feira, 14 de agosto de 2012

Zizi Possi - Cantora

Zizi Possi

Maria Izildinha Possi (São Paulo, 28 de março de 1956), mais conhecida como Zizi Possi, é uma cantora brasileira. 

Biografia e início da carreira
Paulistana do bairro do Brás, típico reduto de imigrantes italianos, estudou piano e canto na infância e mudou-se para Salvador aos dezessete anos, onde estudou composição e regência. Após dois anos de curso, abandonou a faculdade e fez teatro com o irmão, o diretor musical José Possi Neto, na mesma época em que participou da montagem do musical Marilyn Miranda. Em um projeto para a prefeitura soteropolitana, trabalhou como musicóloga para crianças — filhos de prostitutas no Pelourinho —, gravou jingles comerciais e participou de especiais da televisão local, além de trabalhar como tradutora, transferindo-se posteriormente para o Rio de Janeiro.

A convite do então diretor artístico Roberto Menescal, Zizi assinou contrato com a gravadora Philips, que posteriormente transformou-se em Polygram (atualmente Universal Music), que lançaria quase todos os discos. O primeiro LP gravado foi Flor do Mal (1978) e o primeiro grande sucesso foi a canção Pedaço de Mim, gravada para um disco de Chico Buarque, autor da canção, que também dá título ao segundo álbum, datado de 1979, no qual outras duas canções se destacariam: Nunca e Luz e mistério.

Década de 1980
Paralelamente ao lançamento do disco e espetáculo Um Minuto Além (1981), ganhou o primeiro prêmio, de cantora-revelação pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Dê um Rolê (1984) e Amor e Música (1987). Os discos nesta época tinham uma linha mais comercial, principalmente de canções para trilha sonora de telenovelas e atendendo a tendências mercadológicas.

Originalmente idealizado para a montagem do ballet teatro do Balé Teatro Guaíra (Curitiba, 1982), o espetáculo O Grande Circo Místico foi lançado em 1983. Zizi integrou o grupo seleto de intérpretes que viajaram o país apresentando o projeto, um dos maiores e mais completos espetáculos teatrais já apresentados, para uma platéia de mais de duzentas mil pessoas. Zizi interpretou a canção-tema O Grande Circo Místico, composta pela dupla Chico Buarque e Edu Lobo. O espetáculo conta a história de amor entre um aristocrata e uma acrobata e a saga da família austríaca proprietária do Grande Circo Knie, que vagava pelo mundo nas primeiras décadas do século.

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura e feminismo, cantou, ainda que com uma participação individual diminuta, no coro da versão brasileira de We Are the World, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África ou USA for Africa. O projeto Nordeste Já (1985), abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes num compacto, de criação coletiva, com as canções Chega de mágoa e Seca d´água. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi no entanto criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento de cada uma delas no coro.

Em 1989 lançou aquele que é considerado por muitos, inclusive pela própria Zizi, como um dos melhores discos: Estrebucha Baby — trabalho que marcou o afastamento do padrão comercial radiofônico da época, recebido com frieza e que foi um fracasso comercial. Neste disco também se definiu a saída da gravadora (cujo diretor artístico na época, hoje dono de padaria, a demite por não vender discos o suficiente), o fim do casamento e o retorno à cidade natal.

Discos acústicos
O espetáculo temático Sobre Todas as Coisas permaneceu em cartaz por dois anos e o repertório deste reunia canções consagradas entre outras do repertório do disco anterior. O grande sucesso deste acabou por originar o álbum homônimo, lançado em 1991 pela pequena gravadora Eldorado, em formato acústico, acompanhada por Marcos Suzano (percussão), o multiinstrumentista Lui Coimbra (violoncelo, alternando-se com violão e charango), Jether Garotti Júnior e as participações especiais de Alex Meireles e Pier Francesco Maestrini (piano). Esta idéia soou como inusitada, surpreendente e inovadora à época.

O CD, relançado em 2006 com uma tiragem limitada de mil cópias, foi um sucesso instantâneo - apesar de não veiculado pela imprensa, pois representou, esteticamente, uma mudança radical e vendeu mais que os discos que ela fizera até então. De quebra, concorrendo com Marisa Monte e Leny Andrade, por esse álbum Zizi ganhou dois prêmios: o extinto Prêmio Sharp (atual Prêmio Tim de Música) e pela APCA, de melhor cantora e melhor CD de MPB em 1991. Sobre Todas as Coisas foi reconhecido posteriormente como um divisor de águas na carreira. Devido ao afastamento da linha comercial e a transferência para essa gravadora independente onde conquistou maior liberdade na escolha do repertório, os trabalhos estavam desacreditados e com baixa expectativa de venda, mas a vendagem surpreendeu e o disco foi muito elogiado pela crítica especializada, onde explorou influências mais densas e teatrais, enquanto o subseqüente era mais leve e jazzístico.

O segundo trabalho nesse caminho foi Valsa Brasileira (1993), lançado desta vez pela independente Velas, fundada por Ivan Lins e o parceiro Vítor Martins. O repertório trouxe regravações de canções pouco conhecidas de compositores consagrados, com destaque para a faixa-título, de autoria da dupla Chico Buarque e Edu Lobo, tal como fizera com a faixa-título do trabalho anterior, também da dupla de compositores. A partir de então, ambas as canções seriam regravadas em voga por toda a MPB.

Com este álbum, que simulou uma incursão pelos arranjos eletrônicos, Zizi ganhou novamente o Prêmio Sharp de melhor disco de MPB, entrando no rol das grandes cantoras deste gênero. Valsa Brasileira também foi muito elogiado pela crítica especializada, devido ao repertório seletivo, cuidados técnicos e arranjos apurados. O espetáculo originado deste disco também obteve relevante sucesso, fugindo ao padrão mercadológico vigente.

Considerações
Ao longo da carreira Zizi se consagrou como cantora popular através dos sucessos como: Nunca, Luz e mistério, Meu amigo meu herói, Caminhos do sol, Engraçadinha, Eu velejava em você, O amor vem pra cada um, Dê um rolê, Luiza, Perigo, Esquece e vem, Noite, A paz e principalmente Asa morena. Esta última, do disco homônimo lançado em 1982, foi um sucesso radiofônico e comercial.

Ex-mulher do produtor musical Líber Gadelha (fundador da gravadora independente Indie Records em 1997) é mãe da cantora Luiza Possi, nascida em 26 de junho de 1984 na capital fluminense.

Discografia
1978 - Flor do Mal
1979 - Pedaço de Mim
1980 - Zizi Possi
1981 - Um Minuto Além
1982 - Asa Morena
1983 - Pra Sempre e Mais um Dia
1984 - Dê um Rolê
1986 - Zizi
1987 - Amor e Música
1989 - Estrebucha Baby
1991 - Sobre Todas as Coisas
1993 - Valsa Brasileira
1996 - Mais Simples
1997 - Per Amore - italiano
1998 - Passione - italiano
1999 - Puro Prazer
2001 - Bossa
2005 - Pra Inglês Ver... e Ouvir - inglês - ao vivo

DVD
1998 - Per Amore
2005 - Pra Inglês Ver... e Ouvir


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domingo, 12 de agosto de 2012

Leci Brandão - Cantora


Leci Brandão da Silva (Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1944) é uma cantora, compositora brasileira e uma das mais importantes intérpretes de sambada música popular brasileira.

Começou sua carreira no início da década de 1970, tornando-se a primeira mulher a participar da ala de compositores da Mangueira.

Ao longo de sua carreira, gravou 20 álbuns e três compactos. Participou do Festival MPB-Shell promovido pela Rede Globo, em 1980, com a música Essa tal criatura. Em 1985, gravou "Isso é fundo de quintal". Em 1995 foi a intérprete do samba-enredo da Acadêmicos de Santa Cruz durante o carnaval.

Atuou na telenovela Xica da Silva da TV Manchete, como Severina.
Atualmente, além de se dedicar à carreira musical, é membro do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. Desde 2003 também vem exercendo a função de comentarista dos desfiles de escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo, pela Rede Globo.

Em fevereiro de 2010, Leci Brandão filiou-se ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e candidatou-se ao cargo de Deputada Estadual pelo Estado de São Paulo, tendo sido eleita. Sua defesa dá ênfase à negros, igualdade racial, combate ao racismo e a inclusão do samba na política cultural do Estado de São Paulo, entre outras propostas. no carnaval 2012, foi homenageada pela escola de samba Acadêmicos do Tatuapé.



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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Marisa Monte - Cantora


Por: Nelson Motta

No início dos anos 80, quando explodia o rock brasileiro, a adolescente carioca Marisa de Azevedo Monte queria ser cantora de ópera. Aos 14 anos, começou a estudar canto lírico e chegou a fazer vestibular para a Escola Nacional de Música, mas logo descobriria que amava tanto Maria Callas quanto Billie Holiday, tanto o novo rock brasileiro como a fina flor do samba carioca, que ouvia nos discos do pai, Carlos Monte, economista e editor cultural no início dos anos 70.

Depois de participar do musical “Rocky Horror Show”, dirigido por Miguel Falabella com alunos do Colégio Andrews, Marisa começou a se apresentar informalmente em barzinhos cariocas. Com 19 anos, foi morar em Roma, disposta a aprofundar os estudos de canto lírico e fazer contato com o mundo da ópera, mas alguns meses depois decidiu voltar ao Brasil e ser cantora pop. Em Roma, deu canjas em barzinhos e, antes de voltar ao Brasil, em Veneza, fez um show de MPB com um violonista italiano e foi ouvida pelo produtor Nelson Motta, que reencontraria na sua volta ao Brasil e dirigiria seus primeiros shows profissionais, produzidos por Lula Buarque de Hollanda. Desde sua primeira apresentação no bar Jazzmania, no Rio de Janeiro, em setembro de 1987, Marisa foi saudada como uma nova sensação na cena musical brasileira.
Depois de pequenas temporadas com lotações esgotadas em teatros cariocas, Marisa começou a se apresentar em outras capitais com grande sucesso de público e crítica e a amadurecer seu estilo e repertório, que ia da MPB ao rock brasileiro, de clássicos de jazz e blues ao samba tradicional, de Pilip Glass aos Titãs, de Lobão a Gershwin - e rapidamente tornou-se um cult tanto entre o público mais jovem de rock como entre o público mais adulto de jazz e MPB. Entusiasmada com o talento e originalidade de Marisa, que desafiava definições e impossibilitava vinculá-la a um gênero musical, a crítica a chamou de “eclética”, pela diversidade e qualidade de seu repertório.

Um ano depois, Marisa apresentava-se no teatro Villa Lobos e gravava ao vivo um especial de TV, dirigido por Walter Salles (“Central do Brasil”) e Nelson Motta e exibido pela TV Manchete no final do ano, antes mesmo de seu primeiro disco ser lançado, em janeiro de 1989. Foi uma das raríssimas artistas brasileiras a gravar o seu primeiro disco ao vivo: “MM” integrava samba, jazz, funk, blues, soul, bossa nova e rock com diversas gerações e estilos musicais. Emplacou espetacular sucesso nacional com “Bem Que Se Quis”, versão brasileira de uma canção do italiano Pino Daniele, e foi saudada como grande revelação do ano. Vendeu mais de 500 mil discos e se consagrou como nova estrela da música brasileira.

Se em seu primeiro disco Marisa fez sucesso como uma cantora “eclética”, uma intérprete versátil que imprimia seu estilo e personalidade a grandes canções de gêneros musicais muito diversos entre si, já em seu segundo álbum, “Mais” (1991), produzido por Arto Lindsay em Nova York e com participações de Ryuichi Sakamoto, do saxofonista John Zorn e do guitarrista Mark Ribot, ela mostrou suas primeiras músicas em parceria com Nando Reis e Arnaldo Antunes e afirmou-se também como compositora de grande talento e estilo próprio, que refletia suas múltiplas influências musicais. Vendeu ainda mais do que o primeiro, emplacou um grande sucesso popular com “Beija Eu”, com Arnaldo Antunes e Arto Lindsay, e fez uma turnê de lançamento nacional consagradora.

Em Nova York, no alternativo e sofisticado Knitting Factory, Marisa começou sua carreira internacional e seguiu com pequenos shows nos Estados Unidos e na Europa, com críticas que a confirmavam como a grande cantora brasileira de sua geração. Pela qualidade de sua música, pelo vigor criativo de suas apresentações, pela diversidade racial e musical brasileira. Gravou um dueto com David Byrne em 1995 para a compilação “Red, Hot and Rio”.

Seu terceiro álbum, “Cor de Rosa e Carvão”, gravado em Nova York e no Rio de Janeiro, marca o início de sua parceria com Carlinhos Brown com três grandes músicas, aprofundando ainda mais a integração das novas formas e ritmos brasileiros com modelos musicais clássicos de samba, jazz, blues e funk, tendo Laurie Anderson e Philip Glass como convidados e assinando a produção com Arto Lindsay.

Em uma longa turnê internacional foi gestado o disco seguinte. “Barulhinho Bom” foi gravado no Rio de Janeiro e provocou grande polêmica por sua capa, um desenho do artista pornô-naif Carlos Zéfiro. Um álbum duplo, com um disco gravado ao vivo e outro em estúdio, com músicas inéditas e regravações e marcado por uma aproximação ainda maior com o mundo do samba carioca, com suas diversas escolas e gerações, dos velhos sambistas da Escola de Samba Portela ao samba pop dos Novos Baianos. Com este show, Marisa ampliou sua carreira internacional, participando dos maiores festivais do verão europeu e se apresentando para grandes plateias nos Estados Unidos e pela primeira vez no Japão.

Em seguida Marisa afirmou-se como produtora, com o elogiado “Omelete Man”, de Carlinhos Brown, e recebeu críticas consagradoras pelo disco “Tudo Azul”, com a história Velha Guarda da Portela, documentando uma das mais sólidas vertentes da musica brasileira e revelando o mundo do samba tradicional para as novas gerações.

Seu CD “Memórias, Crônicas e Declarações de Amor” (2000), foi lançado já pelo próprio selo – Phonomotor – e vendeu mais de um milhão de cópias, ganhou um Grammy Latino como melhor álbum pop e melhor videoclipe no MTV Awards brasileiro com “Amor I Love You”, um dos maiores sucessos do ano. Sua turnê teve mais de 150 shows no Brasil e no mundo e foi registrada em DVD (2001).

Sua paixão pelo samba resultou em mais dois lançamentos do selo Phonomotor em 2002: os discos solos de estreia de Argemiro Patrocínio e Seu Jair do Cavaquinho, lendários sambistas da velha Guarda da Portela que, apesar de estarem na faixa dos 80 anos, nunca haviam lançado trabalhos individuais. Marisa produziu o álbum de Argemiro.

Em abril de 2002 gravou com Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes as músicas que os três vinham compondo havia mais de um ano, com o nome de “Tribalistas”, num disco caseiro e artesanal, co-produzido por Alê Siqueira. Sem dar uma entrevista e sem fazer shows nem apresentações em TV, logo o disco venderia mais de um milhão de cópias no Brasil e seria o primeiro grande sucesso popular de Marisa na França e na Itália, emplacando mega-hits como “Já Sei Namorar” e “Velha Infância”.

Depois do nascimento de seu primeiro filho, em 2002, Marisa dedicou-se a dois projetos paralelos e muito diferentes: uma profunda pesquisa do samba carioca e a criação de músicas com Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes, Nando reis, Adriana Calcanhotto, Marcelo Yuka e Seu Jorge, que resultaram no lançamento simultâneo, em 2006, de “Universo ao Meu Redor” e “Infinito Particular”. Um com sambas de compositores históricos e contemporâneos e outro com suas novas músicas e parcerias, os dois com grande sucesso popular e de crítica, resultando em uma consagrada volta aos palcos depois de seis anos e nova turnê internacional.

Em 19 anos de carreira, Marisa vendeu mais de 9 milhões de discos no Brasil e no exterior e vem ampliando sempre suas plateias e acumulando prêmios e críticas que a reconhecem como uma das grandes cantoras da música brasileira moderna, fazendo a ponte entre a tradição e o pop contemporâneo, integrando gêneros e gerações musicais e surpreendendo sempre o público com sua originalidade e a qualidade de seu canto, com o seu talento de compositora e a solidez de suas escolhas musicais.

O segredo do seu sucesso é público e notório: tanto em discos como em shows, Marisa nunca fez concessões, sempre cantou o que quis, como quis, com quem quis e quando quis. Cercou-se sempre de grandes músicos e renovou constantemente seu repertório. Avessa ao mundo das celebridades, mesmo sendo uma das artistas mais populares do Brasil e poderosa produtora independente, Marisa leva uma vida discreta no Rio de janeiro ou viajando pelo Brasil e pelo mundo, a cada novo disco, quando fala sobre seu trabalho, comenta sua carreira e discute suas ideias.

NELSON MOTTA



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Nilton César - Cantor



Nilton César conhecido pelo sucesso da música "Professor Apaixonado", é dono de uma obra extensa. Nilton Cesar é um dos últimos representantes do estilo que consagrou Orlando Dias, Moacyr Franco e outros.

Nascido no triângulo mineiro, na cidade de Ituiutaba, aos 17 anos saiu de sua cidade natal em busca de seu grande ideal: ser cantor. Ainda como estudante no Rio de Janeiro, dividia seu ideal entre os livros e a música. Participou em programas de calouros sempre obtendo bons resultados.

Em 1961, a convite de um amigo veio para São Paulo, iniciando assim sua carreira profissional.Realizou o seu primeiro trabalho pela gravadora RGE, passando-se por outras gravadoras tais como: Continental,
RCA, Victor, Copacabana, Diz music Canadá e Atração.

Tendo gravado 32 Lps, sendo 6 deles em Espanhol, e até o ano de 2006 gravou mais 10 Cd´s, totalizando em sua carreira 12 discos de Ouro. Tem como destaque canções como: Professor Apaixonado, Casa Vazia, São tantas Coisas, Férias na Índia, Espere um pouco, Amor...Amor...Amor..., Felicidade, A namorada que Sonhei, entre outras.

Seu sucesso ultrapassou as fronteiras do Brasil e chegou a países como Canáda, EUA, Portugal, Africa do Sul, Argentina, Colombia.



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terça-feira, 7 de agosto de 2012

João Mossoró fará lançamento de CD no dia 22 de Setembro de 2012

Cantor João Mossoró

No próximo dia 22 de setembro, o cantor João Mossoró fará o lançamento  do seu mais novo CD, Conexão Nordeste e casa de show Estudantina, na Praça Tiradentes, na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro.
Diversos artistas participarão do lançamento do CD do artista.

Aguardem!

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terça-feira, 3 de julho de 2012

COCOTA – O MAIOR SERESTEIRO DE MOSSORÓ

Por: José Mendes Pereira
Cocota
Participações Especiais:

Do cantor Carlos André, irmão do seresteiro Cocota,
 
e do poeta, escritor e pesquisador do Cangaço Kydelmir Dantas
 
 
Francisco de Almeida Lopes era carinhosamente alcunhado em Mossoró por Cocota. Seresteiro de primeira categoria; amigo dos amigos, conduzia consigo uma admirável popularidade. Nasceu na cidade de Santa Luzia, e era filho do senhor  Messias Lopes de Macedo e da honrada dona Joana Almeida Lopes, e irmão dos cantores Oséas Lopes (o atual Carlos André), Hermelinda Lopes e João Batista Almeida Lopes, que artisticamente é conhecido por João Mossoró.
Uma jovem que era empregada doméstica dos seus pais conduzia consigo uma paixão louca pelo seresteiro. O mais interessante, a jovem tinha um irmão ainda criança, que não se sabe o que ele havia feito contra o Cocota, fazendo com que ele o castigasse, dando-lhe uma terrível surra. A agressão do Cocota foi tão violenta que seus irmãos, juntos, quase não conseguiram arrancar a criança dos braços do agressor. Salva das violências praticadas pelo seresteiro, a criança saiu em choro, prometendo-lhe que quando crescesse iria matá-lo... De um jeito ou de outro.

João Mossoró, Hermelinda Lopes e Carlos André
 
Anos após, quando os irmãos formaram o Trio Mossoró, Cocota não fazia parte do grupo, mas no auge do sucesso, e já morando no Rio de Janeiro, os irmãos resolveram levá-lo para o Rio, para tentar "carreira solo", com o apoio do Trio Mossoró. Não se sabe se o que acontecera contra o Cocota tenha sido causado pela paixão da jovem, mas tudo indica que sim, já que ele estava de viagem pronta para juntar-se aos irmãos, que já brilhavam no mundo artístico; sabendo que tão cedo ele não voltaria a Mossoró, sua terra natal, é provável que ela tenha sido a idealizadora de um plano triste e doloroso.

Já que o Cocota viajaria para a “cidade maravilhosa”, a jovem o convidou para fazer uma festinha em sua residência, onde lá ele cantaria as mais belas músicas que faziam sucesso na época.  Como ele era um jovem conhecido na cidade, amigos de muitos, não negou a sua solicitação, dando-lhe a palavra que à noite estaria presente em sua residência.  

Cocota era um jovem que não dispensava um bom gole, e nessa noite, bebeu vários goles a mais, chegando a ficar totalmente embriagado. É claro que a jovem sentindo a perda da sua paixão, e talvez, não se sabe, premeditou o crime, tenha lhe dado ainda uns goles a mais. Já muito embriagado ela o convidou para deitar-se, prometendo-lhe que no dia seguinte o levaria para casa dos seus pais. Cocota concorda, e caminha para o quarto, onde lá se deitou.   

Mas o seresteiro não imaginava que a sua viagem e carreira artística estariam prestes a serem encerradas, e por má sorte ou coisa arquitetada, o Cocota estava marcado para morrer. E na noite do dia 12 de fevereiro de 1962, a criança que Cocota açoitara, que agora já era um jovem, chegou ao local da festa. Apoderado de uma tesoura, o rapaz começou a furar-lhe. Foram 38 perfurações. Cocota tentou escapulir pela porta da cozinha, mas sobre o muro da casa da jovem era cheio de cacos de vidro, e por mais que ele tentou subir, não conseguiu se livrar da morte, caindo logo em seguida.

Seu Messias e Dona Joana Lopes tiveram o desprazer de ver o seu ente querido morto, com o corpo e os punhos banhados em sangue, saindo pelas perfurações feitas pela maldita tesoura e pelos cortes dos vidros.   
Cocota tentou se livrar da morte, mas não conseguiu levar a sua invejada profissão para apresentá-la aos brasileiros, principalmente aos seus conterrâneos mossoroenses. Calando assim e acabando com os sonhos daquele que foi o maior seresteiro da nossa cidade Mossoró.

Os donos do poder, desde então, nada fizeram de maior importância para homenageá-lo. Mas seus irmãos ainda não perderam as esperanças que esse dia venha acontecer, que na Praça dos Seresteiros seja colocado o seu busto, talhado em bronze, para apresentar às futuras gerações, que ele foi o maior seresteiro de todos os tempos em Mossoró. 
 
Nota: Todas as informações deste artigo foram gentilmente cedidas pelo cantor Carlos André, quando de sua visita a minha residência, em companhia do irmão João Mossoró e Kydelmir Dantas, no dia 12 de Junho de 2012 

Contatos com Oseas Lopes (Carlos André):

Tel. 55 (81) 3422.0605 / (81) 9121.4485
 
 
 
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sexta-feira, 22 de junho de 2012

João Batista de Almeida Lopes

Cantor: João Mossoró

João Batista de Almeida Lopes - o cantor João Mossoró, nasceu na cidade de Mossoró - Estado do Rio Grande do Norte, no dia 15 de Janeiro de 1947. Filho de Messias Lopes de Macedo e  Joana Almeida Lopes.
Começou a carreira artística em 1958, quando fundou, com seus irmãos Oséas Lopes e Hermelinda, o Trio Mossoró. Dois anos depois, o trio foi apadrinhado por João do Vale, e, por ele, foi levado para a gravadora Copacabana. Ao todo, o trio gravou uma série de doze LPs.


Em 1972, o Trio Mossoró gravou "Pequiniquê", com Abdon Santos, no LP "Transamazônica o paraíso da esperança", lançado pela gravadora Copacabana. Em 1974, teve a música "Despedida" gravada por Carlos André, no LP "O apaixonado", da gravadora Beverly. No mesmo ano, compôs com Oséias Lopes, a "Homenagem a Messias Lopes"; com Gebardo Moreira, "Ponte Rio- Niterói" e "Por amor demais", e, ainda, com Abdon Santos, o forró "Caçador de Sumaré" gravadas pelo Trio Mossoró, no LP "Praça dos seresteiros".


Em 1975, "Canto de amor", com Sérgio Moreira, foi gravado pelo Trio Mossoró, no LP "Forró do velho Inácio". Dois anos depois, "Despedida", com Oséias Lopes, e "Só recordando", com Jorge W. Porreca, foram gravadas pelo Trio Mossoró, no LP Forró do mexe mexe".


Em 1978, o cantor Bartô Galeno gravou "Iza", parceria com João Mossoró, no LP "Só lembranças". No ano seguinte, "Como é triste saber", parceria de João Mossoró com Ivan Peter, e "Somos dois apaixonados", com Bastinho Calixto foram gravadas por Ivan Peter, em LP Tapecar.


Ainda em 1979, Carlos André (seu irmão), gravou "Entre quatro paredes", com Jacinto José, no LP "O apaixonado - volume 6". Em 1981, com a dissolução do Trio Mossoró, passou a seguir carreira solo. No mesmo ano, lançou, pela RCA Victor, o compacto simples "De dois em dois".

Em 1985, fez uma participação especial no disco "Forró verdadeiro", lançado pela Chantecler, por sua irmã, a cantora


Hermelinda, com quem cantou junto as faixas "A lhe procurar", de sua autoria, Bastinho Calixto e Zé Ramos, e "O adeus de quem tanto amei", de Bastinho Calixto, Reginaldo Régis e Camarão.

Em 1986, o forró "A lhe procurar", com Bastinho Calixto e José Ramos, foi gravado por Hermelinda, no LP "Forró verdadeiro".


Em 1993, Carlos André gravou "Tonelada de forró", com Bastinho Calixto e Oseinha, no LP "Para recordar e xamegar", lançado pela gravadora CID.

Em 1998, gravou, de forma independente, o CD "Um canto de amor", no qual interpretou obras de sua autoria como "Aplausos pro meu coração", com Bastinho Calixto, "A lhe procurar", com Bastinho Calixto e Zé Ramos, "Liberdade ou servidão", com Fernando Santos, "Minhas janelas", com Fernando Santos, "Monaliza", com João Silva, "Volta pra casa amor", com Bastinho Calixto, e "Não tenho culpa de nascer assim", com João do Vale.

Em 2003, lançou o CD Maré cheia" no qual incluiu músicas de Luiz Vieira, Waldir Machado, Herivelto Martins e Geraldo do Norte, entre outros.


Em 2004, lançou o CD "O mito e a arte de Luiz Gonzaga", no qual homenageou o Rei do Baião, disco que mereceu todo um programa (2 horas) da série "Ricardo Cravo Albin convida" transmitido aos domingos e 2ª feiras pela Rádio MEC. Nesse disco, interpretou "A volta da asa branca", "Lascando cano", e "Algodão" de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, "Penera o xerém", "Dezessete e setecentos" e "Quer ir mais eu vamo", de Luiz Gonzaga e Miguel Lima, "Roendo unhas" e "Retrato de um forró", de Luiz Gonzaga e Luiz Ramalho, "Danado de bom", "Vou te dar um cheiro", "A acácia amarela", com João Silva, "Baião de Vassouras", de Luiz Gonzaga e David Nasser, "Marcha da Petrobras", de Luiz Gonzaga e Nelson Carvalho, "Buraco de tatu", de Luiz Gonzaga, "Juazeiro", de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira e "De Terezina a São Luiz", de Luiz Gonzaga e João do Vale, entre outras.



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terça-feira, 19 de junho de 2012

Tim Maia - Cantor

 

Sebastião Rodrigues Maia, popularmente conhecido como Tim Maia (Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942 — Niterói, 15 de março de 1998), foi um cantor, compositor, produtor, maestro, guitarrista, baterista, multi-instrumentista e empresário brasileiro, um dos pioneiros na introdução do estilo soul na música popular brasileira e um dos maiores ícones da música no Brasil. Suas músicas eram marcadas pela rouquidão de sua voz, sempre grave e carregada, conquistando grande vendagem e consagrando muitos sucessos.

Nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, onde, em sua infância, já teve contato com pessoas que viriam a ser grandes cantores, como Jorge Ben Jor e Erasmo Carlos. Em 1957, integrou o grupo The Sputniks, onde cantou junto a Roberto Carlos. Em 1959, emigrou para os Estados Unidos, onde teve seus primeiros contatos com o soul, vindo a ser preso e deportado por roubo e porte de drogas.

Em 1970, gravou seu primeiro disco, intitulado Tim Maia, que, rapidamente, tornou-se um sucesso país afora com músicas como "Azul da Cor do Mar" e "Primavera". Nos três anos seguintes, lançou vários discos homônimos, fazendo sucesso com canções como "Não Quero Dinheiro" e "Gostava Tanto de Você". De 1975 a 1977, aderiu à doutrina filosófico-religiosa conhecida como Cultura Racional, lançando, nesse período, as músicas "Que Beleza" e "Rodésia". Pela decadência de suas músicas influenciadas por essa escola filosófica, desiludiu-se com a doutrina e voltou ao seu estilo de música anterior, lançando sucessos como "Descobridor dos Sete Mares" e "Me Dê Motivo". Em 1988, venceu o Prêmio Sharp na categoria "Melhor Cantor".

Muitas músicas suas foram gravadas sob a editora Seroma e a gravadora Vitória Régia Discos, sendo um dos primeiros artistas independentes do Brasil. Ganhou o apelido de "síndico do Brasil" de seu amigo Jorge Ben Jor na música W/Brasil. Na década de 90, diversos problemas assolaram a vida do cantor: problemas com as Organizações Globo e a saúde precária, devido ao uso constante de drogas ilícitas e ao agravamento de seu grau de obesidade. Sem condições de realizar uma apresentação no Teatro Municipal de Niterói, saiu em uma ambulância e, após duas paradas cardiorrespiratórias, faleceu em 15 de março de 1998. É amplo seu legado à história da música brasileira, tendo inaugurado um estilo que futuramente viria a ser cantado por diversos artistas, como seu sobrinho Ed Motta[carece de fontes]. A revista Rolling Stone classificou Tim como o 9º maior artista da música brasileira.[3].

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tim_Maia


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sábado, 16 de junho de 2012

Paul McCartney - Ex-Beatles

Os anos de ouro

Um dos maiores astros da música do nosso mundo, Paul McCartney - Ex-Beatles


Beatles atraversando rua

 
Enviado pelo poeta, escritor, pesquisador do cangaço e sócio da SBEC:
Kydelmir Dantas


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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Belchior - Cantor

 

Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, conhecido simplesmente como Belchior (Sobral, 26 de outubro de 1946), é um cantor e compositor brasileiro. Foi um dos primeiros cantores de MPB do nordeste brasileiro a fazer sucesso nacional, em meados da década de 1970.

Durante sua infância, no Ceará, foi cantador de feira e poeta repentista. Estudou música coral e piano com Acaci Halley. Seu pai tocava flauta e saxofone e sua mãe cantava em coro de igreja. Tinha tios poetas e boêmios. Ainda criança, recebeu influência dos cantores do rádio Ângela Maria, Cauby Peixoto e Nora Ney. Foi programador de rádio em Sobral. Em 1962, mudou-se para Fortaleza, onde estudou Filosofia e Humanidades. Começou a estudar Medicina, mas abandonou o curso no quarto ano, em 1971, para dedicar-se à carreira artística. Ligou-se a um grupo de jovens compositores e músicos, como Fagner, Ednardo, Rodger Rogério, Teti, Cirino entre outros, conhecidos como o Pessoal do Ceará. [1].
De 1965 a 1970 apresentou-se em festivais de música no Nordeste. Em 1971, quando se mudou para o Rio de Janeiro, venceu o IV Festival Universitário da MPB, com a canção Na Hora do Almoço, cantada por Jorge Melo e Jorge Teles, com a qual estreou como cantor em disco, um compacto da etiqueta Copacabana. Em São Paulo, para onde se mudou, compôs canções para alguns filmes de curta metragem, continuando a trabalhar individualmente e às vezes com o grupo do Ceará.
Em 1972 Elis Regina gravou sua composição Mucuripe (com Fagner). Atuando em escolas, teatros, hospitais, penitenciárias, fábricas e televisão, gravou seu primeiro LP em 1974, na gravadora Chantecler. O segundo, Alucinação (Polygram, 1976), consolidou sua carreira, lançando canções de sucesso como Velha roupa colorida, Como nossos pais (depois regravadas por Elis Regina) e Apenas um rapaz latino-americano. Outros êxitos incluem Paralelas (lançada por Vanusa)e Galos, noites e quintais (regravada por Jair Rodrigues). Em 1979 no LP Era uma Vez um Homem e Seu Tempo (Warner) gravou Comentário a respeito de John (homenagem a John Lennon), também gravada pela cantora Bianca. Em 1983 fundou sua própria produtora e gravadora, Paraíso Discos, e em 1997 tornou-se sócio do selo Camerati. Sua discografia inclui Um show – dez anos de sucesso (1986, Continental) e Vicio elegante (1996, GPA/Velas), com regravações de sucessos de outros compositores.
Em 2009, a Rede Globo noticiou um suposto desaparecimento do cantor. Segundo a Globo, o cantor havia sido visto pela última vez em Abril de 2009, ao participar de um show do cantor tropicalista baiano Tom Zé, realizado em Brasília.[2] Turistas brasileiros afirmam terem-no encontrado no Uruguai em julho do mesmo ano.[3] As suspeitas foram confirmadas quando Belchior foi encontrado no Uruguai, de onde concedeu entrevista para o programa Fantástico, da Rede Globo.[4] Na entrevista, o cantor revelou não haver desaparecido e estar preparando, além de um disco de canções inéditas, o lançamento de todas as suas canções também em espanhol.

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 4 de maio de 2012

MORRE O CANTOR TINOCO

Cantor sertanejo Tinoco morre aos 91 anos em São Paulo 
Tinoco ao lado direito

Cantor sertanejo Tinoco morre aos 91 anos em São Paulo

“Tinoco (à direita) foi internado na tarde de quínta-feira, 3, após sentir falta de ar em casa”

SÃO PAULO – Morreu, aos 91 anos, à 1h40 desta madrugada de sexta-feira, 4, no Hospital Municipal Doutor Ignácio Proença de Gouvêa, na Mooca, zona leste da capital paulista, o cantor sertanejo Tinoco, da dupla Tonico e Tinoco, que se desfez em 1994 com a morte de Tonico, seu irmão.

Acompanhe a divulgação da notícia de morte do cantor sertanejo Tinoco

 
Segundo José Carlos Perillo Perez, filho e empresário do cantor, o pai não vinha lutando contra alguma enfermidade considerada ‘gravíssima’ e passou mal na tarde de quinta-feira, quando foi internado no hospital, onde deu entrada com crise respiratória por volta das 15 horas. Os médicos afirmaram aos familiares, segundo estes, que, pelos sinais apresentados pelo cantor, ele havia sofrido um enfarte dois dias atrás, apesar de não ter sentido sintoma algum em casa.Antes de falecer, Tinoco teve duas paradas cardíacas no hospital, afirmaram os parentes.
Segundo José Carlos o pai estava relativamente bem. ‘Inclusive na quarta-feira ele (Tinoco) gravou para o programa da Inezita Barroso lá no Teatro Franco Zampari, na Avenida Tiradentes. A apresentação vai ao ar no próximo dia 20′, afirmou o filho do cantor. O velório de Tinoco terá início às 10 horas no Cemitério Quarta Parada, no bairro do Belém, na zona leste. O enterro está marcado para as 17 horas no Cemitério da Vila Alpina, também na zona leste.
João Salvador Perez, o Tonico, faleceu no dia 13 de agosto de 1994 ao cair da escada do prédio onde morava. O último show da Dupla Tonico & Tinoco foi na cidade mato-grossense de Juína, em 7 de agosto de 1994. Tinoco chegou a realizar mais de 30 apresentações contratadas anteriormente a morte do irmão.
 
Capa do disco 'Tinoco canta os sucessos de Tonico e Tinoco', de 1998 (Foto: Divulgação)
 
Em 60 anos de carreira, Tonico e Tinoco realizaram cerca de mil gravações, divididas em 83 discos venderam mais de 150 milhões de cópias, realizando cerca de 40.000 apresentações em toda a carreira.
Tinoco nasceu em Pratânia, no interior de São Paulo. Com o irmão João Salvador Perez, o Tonico, formou a dupla Tonico e Tinoco, uma das mais importantes da história da música brasileira. Eles realizaram quase mil gravações ao longo de sua trajetória musical, que começou em 1935, e venderam mais de 150 milhões de cópias de seus 83 discos. A dupla acabou em 1994 com a morte de Tonico no dia 13 de agosto. Juntos, os dois realizaram cerca de 40 mil apresentações em toda a carreira. “Tristeza de Jeca”, “O menino da porteira”, “Chico mineiro” e “Moreninha linda” estão entre os maiores sucessos de Tonico e Tinoco.
Aberto ao público, o velório deve começar a partir das 10h no Cemitério da Quarta Parada, no Belém, Zona Leste. O enterro está programado para às 17h no Cemitério da Vila Alpina, também na Zona Leste.


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domingo, 29 de abril de 2012

VAMOS REVIVER OS ANOS SESSENTA

Vendi os bois

Vendi os Bois - Os Incríveis
Vendi os bois. O filho moço vai casar. É feriado hoje, a roça vai parar. Vem cá depois, Preciso mandar ver peru Oh rosa! vê se os dois preferem um tatu. Sela meu burro, Zé! Vai convidar Tião. Traz da cidade um pano pra mulher. Hei, Rosa, olhe o pirão, Põe caldo de feijão, Faz da maneira que o pai dela quer. Vendi os bois. O filho agora vai casar. Vai ser a melhor festa que eu dei no lugar. Vem cá depois. Preciso mandar ver melão. Oh, Rosa! Vê se o doce é melhor que mamão. Sela meu burro, Zé! Vai convidar Tião. Traz da cidade um pano pra mulher. Hei, Rosa! Olhe o pirão, Põe caldo de feijão, Faz da maneira que o pai dela quer. Por Johwanny m. Cavalcante (Goiânia)
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