quarta-feira, 22 de agosto de 2012

BIOGRAFIA DE TEIXEIRINHA - Completa

O Gaúcho Coração do Rio Grande
Teixeirinha e Mary Terezinha

Vitor Mateus Teixeira, Teixeirinha nasceu na cidade de Rolante, no Município de Mascaradas, Rio Grande do Sul em 03 de março de 1927. Filho de Saturnino Teixeira e Ledurina Mateus Teixeira teve um irmão e duas irmãs. Com seis anos perdeu o pai (Taquara/RS) e com nove anos perdeu a mãe (Catanduva/RS), ficando órfão foi morar com parentes, mas estes não tinham condições de sustentá-lo e saiu de sua terra ainda menino seguindo sua caminhada pelo mundo.
         
Aprendeu a ler, nos poucos meses que frequentou a escola, fez sua morada nas muitas cidades por onde passou (Taquara, Santa Cruz, Soledade, Passo Fundo, Porto Alegre…), para sobreviver trabalhou em granjas no interior. Seu primeiro emprego foi em Porto Alegre, na pensão de Dona Aide carregando malas, vendendo doces como ambulante, entregador de viandas, vendedor de jornais, enfim fazia qualquer atividade para poder sobreviver.
        
 Aos dezoito anos se alistou no exército, mas não chegou a servir. Nesta ocasião foi trabalhar no DAER (Departamento Estadual de Estradas e Rodagem) como operador de máquinas durante seis anos. Dali saiu para tentar a carreira artística cantando nas rádios do interior nas cidades: Lajeado, Estrela, Rio Pardo, Santa Cruz.
         
Com o coração voltado para a música, nas horas vagas já era solicitado para animar festas, iniciando assim sua carreira com shows. Sem estudar canto nem música, pois sua voz é dom natural que trouxe de berço, possuía muita capacidade de improvisação e repentismo. A beleza simples de suas letras e a melodia comunicativa de suas músicas são frutos de inspiração espontânea gerada por sua vivência, seu amor a vida e aos seus semelhantes.
         
Depois de andar de pago em pago, conheceu sua esposa Zoraida na cidade de Santa Cruz do Sul. Casaram-se em 1958 e foram morar em Soledade, em seguida mudaram-se para Passo Fundo (considerava sua terra natal por ter saído desta para a fama nacional) tento como trabalho um Tiro ao Alvo que era cuidado por ele e sua esposa, à noite Teixeirinha se apresentava na Rádio Municipal de Passo Fundo. De lá saiu em 1959 viajando de trem rumo à grande capital paulista gravando seu primeiro disco, um compacto de 78 rotações com duas músicas: Briga no Batizado e Xote Soledade.
  
Segundo depoimento de uns dos membros da Gravadora Chantecler, Dr. Biaggio Brás Baccarin, o sucesso assim aconteceu:
         
“A sigla PTJ 78 RPM abrigava três nomes: Palmeira, Teddy e Jairo, então diretores da Chantecler e fundadores do selo sertanejo. Como se constata, “Coração de Luto ocupou o lado B do quarto disco gravado por Teixeirinha, o qual foi lançado sem qualquer preocupação de sucesso, no entanto, aconteceu espontaneamente após seis meses de sue lançamento. As primeiras reações vieram de Sorocaba/SP e em pouco tempo já era sucesso nas demais cidades da região. Foi nessa ocasião que a Gravadora Chantecler resolveu trazer o cantor para São Paulo a fim de trabalhar o disco, cujo trabalho teve início com um show na cidade de Sorocaba/SP e posteriormente nas demais cidades no Estado de São Paulo até o triângulo mineiro.
         
O sucesso aconteceu em todo o Brasil, com venda superior a um milhão de cópias no ano de 1961. Um acontecimento inédito na música popular brasileira. Para se ter idéia deste fato, o disco Coração de Luto chegou a ser vendido no cambio negro em Belém do Pará havendo fila para comprá-lo. A gravadora não tinha condições de atender aos pedidos e era obrigada a distribuir cotas para cada loja. “O fato de Belém do Pará foi registrado pelo saudoso Edigar Pina, então agente da Chantecler naquela época.”
         
Teixeirinha voltou a Passo Fundo vendeu o Tiro ao Alvo e se mudou para Porto Alegre. Foi chamado novamente pela Chantecler desta vez para morar na capital paulista e continuar a divulgação do sucesso de Coração de Luto, no entanto, recusou domiciliar-se em São Paulo fixando domicilio em Porto Alegre.
         
Com o que ganhou na excursão em São Paulo comprou uma casa no bairro da Glória, onde viveu toda a sua vida e uma Kombi para viajar por todo o Brasil. Então, definitivamente Teixeirinha assumiu a carreira artística, passando a trabalhar em circos, parques, teatros, cinemas e demais casas de espetáculos. Como o próprio cantor relatou em uma de suas últimas entrevistas à imprensa: “… onde o povo me pediu para estar eu fui …” ( RBS/TV – julho/1985 ).
         
Teixeirinha começou a viajar por todo o Brasil como o “Gaúcho Coração do Rio Grande”. Em 1963 ganhou o troféu “Chico Viola” outorgado pela TV Record de São Paulo, no programa Astros do Disco, um programa de gala da televisão brasileira que tinha por objetivo premiar os melhores do disco de cada ano, e Teixeirinha ganhou por ter sido o cantor campeão de vendagem por dois anos consecutivos 1962/63.
        
Internacionalmente, em Portugal ganhou o Troféu “Elefante de Ouro” pela expressiva vendagem de discos. Recebeu em mãos da Gravadora Chantecler quatro discos de ouro. A música Coração de Luto, até hoje já vendeu mais de vinte milhões de cópias, a única no mundo, mais vendida batendo recorde com cantores como Michael Jackson e Júlio Iglesias, cantores contemporâneos de grande vendagem de discos, mas não de única música, como no caso de Coração de Luto que continua na cotação de música mais vendida.
         
Em 1964, Teixeirinha escreveu a história do filme Coração de Luto, produzido pela produtora Leopoldis Som em 1966, recorde de bilheteria. Em 1969 encenou o filme Motorista Sem Limites juntamente com Valter D’Ávila, produzido por Itacir Rossi.   
         
Em 1970, Teixeirinha criou sua própria produtora, “Teixeirinha Produções Artísticas Ltda”, pela qual, escreveu, produziu e distribuiu 10 filmes, quais sejam: Ela Tornou-se Freira (1970), Teixeirinha Sete Provas (1973), Pobre João (1975), Na Trilha da Justiça (1977), O Gaúcho de Passo Fundo (1978), Meu Pobre Coração de Luto (1978), Tropeiro Velho (1979) e A Filha de Iemanjá (1981).
         
Durante vinte anos apresentou programas de rádio diariamente em três edições diárias: Teixeirinha Amanhece Cantando (manhã); Teixeirinha Comanda o Espetáculo (noite) e Teixeirinha Canta para o Brasil (domingos pela manhã), em diversas rádios da capital, com transmissão para o interior e outros estados brasileiros.

Foi cidadão emérito de vários municípios como: Passo Fundo, Santo Antônio da Patrulha, Rolante, Soledade, etc. Em 1973 foi contratado para fazer quinze apresentações nos Estados Unidos da América e, em 1975 para o Canadá, onde se apresentou em dezoito espetáculos. Fez shows na maioria dos países da América do Sul.
         
Teve nove filhos: Sirlei, Líria, Victor Mateus Teixeira Filho, Nancy, Elizabeth, Fátima, Márcia Bernadeth, Alexandre e Liane.
         
Durante vinte e dois anos, Mary Terezinha lhe acompanhou com o acordeom em shows, rádio e cinema. Gravou 49 LP´s inéditos, somando mais de 70 fonogramas, incluindo regravações. Atualmente todo acervo fonográfico está sendo reeditados em disco laser. Assim, gravou mais de 700 músicas de sua autoria e deixando um acervo superior a 1200 composições.
         
Teixeirinha faleceu no dia 04 de dezembro de 1985 e está sepultado no Cemitério da Santa Casa, quadra n. 4, na capital gaúcha.
        
 Recebeu inúmeras homenagens “in memorium” entre elas: seu nome em ruas da capital gaúcha, interior do Estado e fora do Rio Grande do Sul. Em 1999 recebeu o prêmio “20 Gaúchos que Marcaram o Século XX” e, em 2000 o troféu Guri pela RBS rádios, dentre tantas homenagens póstumas.
         
Teixeirinha como todo o ídolo não morre. Seus sucessos como Coração de Luto, Gaúcho de Passo Fundo, Tordilho Negro, O Colono, Gaúcho Amigo e Querência Amada, o fazem permanecer entre os gaúchos de nascença e coração.

FONTE: FUNDAÇÃO VITOR MATEUS TEIXEIRA – TEIXEIRINHA

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Carlos Gonzaga - Cantor



Carlos Gonzaga (Paraisópolis, MG, 10 de fevereiro de 1926) é um cantor brasileiro, que fez sucesso nacional com a versão de Diana (gravação original de Paul Anka) em 1958, com a versão de Oh! Carol eCavaleiros do céu. Aos 17 anos, mudou-se para Campos do Jordão.

Carlos Gonzaga, além das versões das canções de Paul Anka, alcançaria um grande êxito quando gravou a versão em português da música tema da série de TV Bat Masterson, provavelmente o mais famoso no estilo Bang-Bang dos que foram exibidos na televisão brasileira nos anos de 1960.

Fez shows por todo o país e é reconhecido internacionalmente, se apresentando nos principais palcos da América Latina.

No cinema, atuou em Virou Bagunça. Em 2005 participou do programa Cidade Nota 10, da Rede Bandeirantes, representando Santo André. Em 2006 recebeu o título de "Cidadão Andreense". Atualmente ainda vive em Santo André, e é Testemunha de Jeová.



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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Vídeos de Roberto Carlos

Letra e música - Mulher pequena
O calhambeque
O calhambeque
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Zizi Possi - Cantora

Zizi Possi

Maria Izildinha Possi (São Paulo, 28 de março de 1956), mais conhecida como Zizi Possi, é uma cantora brasileira. 

Biografia e início da carreira
Paulistana do bairro do Brás, típico reduto de imigrantes italianos, estudou piano e canto na infância e mudou-se para Salvador aos dezessete anos, onde estudou composição e regência. Após dois anos de curso, abandonou a faculdade e fez teatro com o irmão, o diretor musical José Possi Neto, na mesma época em que participou da montagem do musical Marilyn Miranda. Em um projeto para a prefeitura soteropolitana, trabalhou como musicóloga para crianças — filhos de prostitutas no Pelourinho —, gravou jingles comerciais e participou de especiais da televisão local, além de trabalhar como tradutora, transferindo-se posteriormente para o Rio de Janeiro.

A convite do então diretor artístico Roberto Menescal, Zizi assinou contrato com a gravadora Philips, que posteriormente transformou-se em Polygram (atualmente Universal Music), que lançaria quase todos os discos. O primeiro LP gravado foi Flor do Mal (1978) e o primeiro grande sucesso foi a canção Pedaço de Mim, gravada para um disco de Chico Buarque, autor da canção, que também dá título ao segundo álbum, datado de 1979, no qual outras duas canções se destacariam: Nunca e Luz e mistério.

Década de 1980
Paralelamente ao lançamento do disco e espetáculo Um Minuto Além (1981), ganhou o primeiro prêmio, de cantora-revelação pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Dê um Rolê (1984) e Amor e Música (1987). Os discos nesta época tinham uma linha mais comercial, principalmente de canções para trilha sonora de telenovelas e atendendo a tendências mercadológicas.

Originalmente idealizado para a montagem do ballet teatro do Balé Teatro Guaíra (Curitiba, 1982), o espetáculo O Grande Circo Místico foi lançado em 1983. Zizi integrou o grupo seleto de intérpretes que viajaram o país apresentando o projeto, um dos maiores e mais completos espetáculos teatrais já apresentados, para uma platéia de mais de duzentas mil pessoas. Zizi interpretou a canção-tema O Grande Circo Místico, composta pela dupla Chico Buarque e Edu Lobo. O espetáculo conta a história de amor entre um aristocrata e uma acrobata e a saga da família austríaca proprietária do Grande Circo Knie, que vagava pelo mundo nas primeiras décadas do século.

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura e feminismo, cantou, ainda que com uma participação individual diminuta, no coro da versão brasileira de We Are the World, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África ou USA for Africa. O projeto Nordeste Já (1985), abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes num compacto, de criação coletiva, com as canções Chega de mágoa e Seca d´água. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi no entanto criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento de cada uma delas no coro.

Em 1989 lançou aquele que é considerado por muitos, inclusive pela própria Zizi, como um dos melhores discos: Estrebucha Baby — trabalho que marcou o afastamento do padrão comercial radiofônico da época, recebido com frieza e que foi um fracasso comercial. Neste disco também se definiu a saída da gravadora (cujo diretor artístico na época, hoje dono de padaria, a demite por não vender discos o suficiente), o fim do casamento e o retorno à cidade natal.

Discos acústicos
O espetáculo temático Sobre Todas as Coisas permaneceu em cartaz por dois anos e o repertório deste reunia canções consagradas entre outras do repertório do disco anterior. O grande sucesso deste acabou por originar o álbum homônimo, lançado em 1991 pela pequena gravadora Eldorado, em formato acústico, acompanhada por Marcos Suzano (percussão), o multiinstrumentista Lui Coimbra (violoncelo, alternando-se com violão e charango), Jether Garotti Júnior e as participações especiais de Alex Meireles e Pier Francesco Maestrini (piano). Esta idéia soou como inusitada, surpreendente e inovadora à época.

O CD, relançado em 2006 com uma tiragem limitada de mil cópias, foi um sucesso instantâneo - apesar de não veiculado pela imprensa, pois representou, esteticamente, uma mudança radical e vendeu mais que os discos que ela fizera até então. De quebra, concorrendo com Marisa Monte e Leny Andrade, por esse álbum Zizi ganhou dois prêmios: o extinto Prêmio Sharp (atual Prêmio Tim de Música) e pela APCA, de melhor cantora e melhor CD de MPB em 1991. Sobre Todas as Coisas foi reconhecido posteriormente como um divisor de águas na carreira. Devido ao afastamento da linha comercial e a transferência para essa gravadora independente onde conquistou maior liberdade na escolha do repertório, os trabalhos estavam desacreditados e com baixa expectativa de venda, mas a vendagem surpreendeu e o disco foi muito elogiado pela crítica especializada, onde explorou influências mais densas e teatrais, enquanto o subseqüente era mais leve e jazzístico.

O segundo trabalho nesse caminho foi Valsa Brasileira (1993), lançado desta vez pela independente Velas, fundada por Ivan Lins e o parceiro Vítor Martins. O repertório trouxe regravações de canções pouco conhecidas de compositores consagrados, com destaque para a faixa-título, de autoria da dupla Chico Buarque e Edu Lobo, tal como fizera com a faixa-título do trabalho anterior, também da dupla de compositores. A partir de então, ambas as canções seriam regravadas em voga por toda a MPB.

Com este álbum, que simulou uma incursão pelos arranjos eletrônicos, Zizi ganhou novamente o Prêmio Sharp de melhor disco de MPB, entrando no rol das grandes cantoras deste gênero. Valsa Brasileira também foi muito elogiado pela crítica especializada, devido ao repertório seletivo, cuidados técnicos e arranjos apurados. O espetáculo originado deste disco também obteve relevante sucesso, fugindo ao padrão mercadológico vigente.

Considerações
Ao longo da carreira Zizi se consagrou como cantora popular através dos sucessos como: Nunca, Luz e mistério, Meu amigo meu herói, Caminhos do sol, Engraçadinha, Eu velejava em você, O amor vem pra cada um, Dê um rolê, Luiza, Perigo, Esquece e vem, Noite, A paz e principalmente Asa morena. Esta última, do disco homônimo lançado em 1982, foi um sucesso radiofônico e comercial.

Ex-mulher do produtor musical Líber Gadelha (fundador da gravadora independente Indie Records em 1997) é mãe da cantora Luiza Possi, nascida em 26 de junho de 1984 na capital fluminense.

Discografia
1978 - Flor do Mal
1979 - Pedaço de Mim
1980 - Zizi Possi
1981 - Um Minuto Além
1982 - Asa Morena
1983 - Pra Sempre e Mais um Dia
1984 - Dê um Rolê
1986 - Zizi
1987 - Amor e Música
1989 - Estrebucha Baby
1991 - Sobre Todas as Coisas
1993 - Valsa Brasileira
1996 - Mais Simples
1997 - Per Amore - italiano
1998 - Passione - italiano
1999 - Puro Prazer
2001 - Bossa
2005 - Pra Inglês Ver... e Ouvir - inglês - ao vivo

DVD
1998 - Per Amore
2005 - Pra Inglês Ver... e Ouvir


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domingo, 12 de agosto de 2012

Leci Brandão - Cantora


Leci Brandão da Silva (Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1944) é uma cantora, compositora brasileira e uma das mais importantes intérpretes de sambada música popular brasileira.

Começou sua carreira no início da década de 1970, tornando-se a primeira mulher a participar da ala de compositores da Mangueira.

Ao longo de sua carreira, gravou 20 álbuns e três compactos. Participou do Festival MPB-Shell promovido pela Rede Globo, em 1980, com a música Essa tal criatura. Em 1985, gravou "Isso é fundo de quintal". Em 1995 foi a intérprete do samba-enredo da Acadêmicos de Santa Cruz durante o carnaval.

Atuou na telenovela Xica da Silva da TV Manchete, como Severina.
Atualmente, além de se dedicar à carreira musical, é membro do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. Desde 2003 também vem exercendo a função de comentarista dos desfiles de escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo, pela Rede Globo.

Em fevereiro de 2010, Leci Brandão filiou-se ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e candidatou-se ao cargo de Deputada Estadual pelo Estado de São Paulo, tendo sido eleita. Sua defesa dá ênfase à negros, igualdade racial, combate ao racismo e a inclusão do samba na política cultural do Estado de São Paulo, entre outras propostas. no carnaval 2012, foi homenageada pela escola de samba Acadêmicos do Tatuapé.



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